StereoRap – O melhor do hip hop nacional em Belo Horizonte

novembro 27, 2010 2 comentários

Sempre valorizando a diversidade músical dos artistas mineiros, o STEREOTECA volta com força total neste fim de 2010. O STEREORAP abre espaço para o Hip Hop mineiro, representado pelo cantor RENEGADO, os DJ’s SPIDER, ZEU e XERÉU assim como os MC’s da PROBEATS. Para fechar a noite, o projeto traz para BH um show inédito, DJ CIA convida MANO BROWN, FLORA MATOS e LINO CRIZ.

Show Phoenix Belo Horizonte – 21-11-2010

novembro 22, 2010 1 comentário

 

 

 

 

Sabado em Inhotim

setembro 19, 2010 1 comentário

Breve passei em Inhotim – Brumadinho/MG, muito interessante a estrutura de Inhotim. Uma pena ter passado apenas 2h no local.

Ensaio – Nytron

setembro 14, 2010 1 comentário

Nesta ultima semana foi feito o ensaio do projeto de musica eletronica Nytron formado pelos musicos Zé Vilhena e Kryptus Gomes.

Show Lauryn Hill Belo Horizonte – 10-08-2010

setembro 12, 2010 4 comentários

Belo Horizonte infelizmente não escapou dos dois problemas apontados nos outros shows da turnê nacional. O primeiro foi o atraso, inexplicável, de 1h20. A apresentação estava prevista para começar às 22h e o público, que encheu o Chevrolet Hall, chegou a achar que a demora no início seria de apenas meia hora, quando o DJ e membros da banda subiram ao palco.

Mas era alarme falso. Sem Lauryn Hill, os dez integrantes do seu grupo de apoio, que além do DJ conta com três vocalistas, guitarristas e um responsável apenas por efeitos sonoros, entre outros músicos, ficaram ainda quase uma hora improvisando em cima de samplers, enquanto a cantora não aparecia.

Vestindo uma roupa enorme, cheia de panos, envergando quantas pulseiras um braço pode comportar e com os cabelos negros lisos cobrindo o rosto, Lauryn Hill apareceu finalmente sem aviso, no meio da jam session da sua banda.

E logo ficou claro o outro problema que o Brasil já tinha visto e que a plateia mineira iria encarar: a voz da cantora. Durante o show, não foram poucas as vezes em quem ela foi sufocada pela massa sonora produzida por sua banda. Não ficou claro se o problema é a quantidade de instrumentistas que dividiam o palco com ela, algum problema no som do Chevrolet Hall ou mesmo na garganta da cantora. Mas como sua característica mais marcante, era de se esperar que a extensão vocal de Lauryn Hill pudesse ser ouvida de maneira límpida e clara. Infelizmente, não foi o que aconteceu.

O público correspondeu à confusão que lhe era apresentada e permaneceu inerte a maior parte do tempo, com exceção, é claro, dos fãs que ficaram na frente do palco. As únicas músicas que levantaram a plateia foram no fim, quando Lauryn Hill cantou os sucessos dos tempos do Fugees Ready or not e Killing me softly além de uma quase irreconhecível Doo wop (That thing).

Texto: Divirta-se

Brasil Fight MMA II – Belo Horizonte 14-08-2010

Mais uma vez estive presente no Brasil Fight MMA, que rolou em BH no último final de semana. A primeira vez foi marcante e a segunda comprovou a força que o esporte tem na capital mineira.

Apesar da maioria dos competidores ter no jiu-jitsu sua base e origem, foi um lutador de kickboxing que mais me impressionou. Thiago Michel fez seu adversário sofrer. Com chutes bastante altos e certeiros, ele desestabilizou o oponente, que babou sangue, literalmente. Soladas e pontapés encaixados deram-lhe a vitória. Em poucos lutadores que tive a oportunidade de ver, percebi a essência de uma arte macial diferente do jiu-jitsu tão presente. Claro que vários lutadores são especialistas em mais de uma arte, mas Thiago mostrou a todo momento que pode-se vencer uma luta de forma convincente, sem ir para o chão.

Ao som dos gritos dos técnicos, os lutadores procuravam não perder a concentração e fazer seu melhor. Antes das ‘batalhas’, muito funk para embalar a torcida e cara feia dos dois lados. “Vamos magoar”, foi um dos pedidos que mais chamou minha atenção.

Muita provocação e a tentativa de mostrar o máximo de confiança não podiam ficar de fora. No final de cada luta, o octógano era limpado, tirando manchas de sangue e resquícios do combate recém-finalizado.

Outro lutador que chamou atenção foi Marcelo Oliveira, do Rio de Janeiro. Diferenciando-se dos outros lutadores por estar bem acima do peso, o carioca não teve chances e perdeu para Joaquim Mamute, por finalização. Deu pena ver Marcelo não suportar a pressão e ser ‘obrigado’ a bater três vezes, desistindo da luta.

Texto: Daniel Ottoni

Seletiva 10º Primeiro Campeonato Mineiro de Surf

Ontem aconteceu na casa A Obra a Ultima seltiva para o 10º Primeiro Campeonato Mineiro de Surf. A convite da banda Festenkois foi cobrir o evento na Obra – Bar Dançante. Já fui convido enumeras vezes a ir la mas por força do destino não dava. O Festenkois formado em 2008, o Festenkois é o resultado do encontro de quatro músicos da cena underground de Belo Horizonte e que estão ativos desde meados dos anos 90. Com formação clássica, letras em inglês e arranjos variados, apresenta uma nova abordagem para o rock pesado, inspirado por várias influências. E com os votos do publico e do jurí o Festenkois esta PCMS.

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